Reler eu@teamo.com.br, do Marcelo Pires e da Leticia Wierzchowski, é sempre uma inspiração. O livro reúne os emais do casal, que se conheceu pela internet, e foi editado para ser apenas uma lembrança de casamento. Só que era tão incrível, que a L&PM publicou
O Ringo foi trabalhar com a gente, lá na Noize, na véspera de feriado. Fofo!
Red Hot Chili Peppers, porque a vida precisa de pimenta
Baladinha com os amigos no Opinião. Um beijo, Olelê Music, pelos 15 anos!
Flores no caminho para o trabalho <3
O meu bairro tem feira todo sábado. Tem como não amar?
Começou a contagem regressiva para mais uma edição da Aurora Boreal. A balada rola em 22 de outubro, em Bento Gonçalves, e homenageia aquela bebida que a gente tanto ama, o champagne.
Com estrutura armada na Fundaparque, o evento conta com um espaço de 2 mil metros quadrados, onde serão montadas três pistas. Na Brut, o som é house, enquanto na Rosé, os anos 80 imperam. Já no Lounge Moscatel, a MTV assina a trilha sonora. Isso tudo junto a ilhas de espumante, num delicioso open bar. Tem com resistir à jogação?
Até o dia da festa, várias cidades gaúchas entrarão no clima da contagem regressiva, com previews do que vem por aí. Para acompanhar a turnê Aurora Boreal, acesse o site do evento.
Luzes e champagne: companhias perfeitas pra jogação
Em 1994, adentrei o Gigantinho, em Porto Alegre, pra assistir àquele que seria o show da minha vida. A noite começou com Raimundos, seguiu com Sepultura e fechou com Ramones, razão pela qual eu estava lá. Nunca vou esquecer o momento em que o logo do Sepultura cedeu lugar ao dos Ramones no fundo do palco. Senti as lágrimas escorrerem. Naquele exato instante, tive total noção de que estava prestes a viver um momento único, daqueles impossíveis de serem vividos de novo. Estava certa. Vieram tantos shows depois… Red Hot Chili Peppers, Bad Religion, Offspring, Green Day, Metallica, mas aquela foi a primeira e última vez que chorei diante de uma banda. Até o último domingo.
Impossível explicar algo inexplicável. Tomar um ácido e enxergar elefantinhos coloridos & saltitantes talvez não seja tão surreal quanto estar diante de Paul McCartney. Nunca em minha vida imaginei que veria um Beatle ao vivo. Mais: ao vivo, em Porto Alegre e falando gauchês. Dá pra ter noção do que é isso? O cara que, enquanto o mundo for mundo, não perderá sua importância na história da música. O cara cujo pseudônimo (Paul Ramon) usado pra se hospedar em hotéis inspirou o nome da única banda que, até então, havia me feito chorar em um show.
E esse cara é, além de tudo, muito legal. Paul poderia ser o seu tio piadista dos encontros de família, sabe? Ele brinca, faz graça, arranca gargalhadas. Às vezes, parece até meio sequelado. Pode, porém, fazer tudo de propósito, pra aliviar o clima quase religioso instaurado diante dele. Mas Paul é um Beatle, e um Beatle merece ser louvado. Ainda mais um Beatle que continua na ativa, aos 68 anos, com a energia de um guri e disposto a nos entregar o melhor de si, subindo ao palco por nada além do prazer que sente em tocar sua música. Porque Paul não precisava estar ali. Estava porque queria. E sabia que ainda poderia proporcionar um momento de felicidade plena àquele casalzinho beirando os 80, que dançou por três horas de mãos dadas, e àquelas meninas de 18 que, depois de dois dias na fila, eternizaram seu nome com agulha e tinta no braço.
Quando a mim, só tenho a agradecer ao Paul por ter sido o responsável por um dos mais emocionantes & inesquecíveis momentos da minha vida. Depois dele, os outros são os outros e só.
Update: Como bem disse Marcelo Ferla: “O MacCa tem todas as cartas na manga e nada do faz é clichê, porque foi ele e a turma dele que inventou. Respect.”
Deus seja louvado!
O ingresso e o lencinho-souvenir, entregue ao público na entrada do show
Eu bem tentei, mas não consegui filmar mais do que uma música inteira do show. Precisava aproveitar cada momento e, com uma câmera na mão, isso torna-se impossível. Então, vou publicar aqui um vídeo meu e alguns que encontrei no Youtube, que mostram alguns dos momentos que mais amei no show.
A única música que consegui filmar inteira foi Dance Tonight.
Live and Let Die foi, sem dúvida, a música que me fez pirar. No vídeo abaixo, não aparece, mas atrás do palco, ainda rolaram muitos fogos de artifício. Foi lindo!!
Já neste vídeo, tem Let It Be e, na sequência, Live and Let Die com os fogos atrás do palco.
No próximo, rola Blackbird e Here Today.
Pra encerrar, se não vou acabar postando o show inteiro aqui, segue Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, que encerrou este momento histórico.