Meus favoritos :: Rock in Rio
segunda-feira, setembro 26th, 2011E o Rock in Rio finalmente rolou. Começou sexta, com um line up beeeem fraquinho, mas foi salvo pela ótima Katy Perry. Linda, divertida, dona de mil hits. Adoro, ainda mais que é gente como a gente e fica bebendo tequila na balada com as amigas até ás 8h30min.
Então, chegou o sábado, e meu marido, Anthony Kiedis, me fez chorar ajoelhada, em posição de prece, agradecendo a Deus, por sua existência. Todo o meu amor para o Red Hot Chili Peppers. Sem mais. A banda ainda fez uma homenagem à Rafael Mascarenhas, filho de Cissa Guimarães, morto no ano passado num atropelamento terrível, enquanto andava de skate. O guri era muito fã do Red Hot, chegou a ter uma banda cover dos caras e faria aniversário no dia do show. Teve quem achou um exagero todos os integrantes vestirem a camisa com a foto de Rafael. Pode até ser, mas sempre vale lembrar o motivo pelo qual tudo isso aconteceu: um motorista idiota que atropela um cara que está andando de skate num lugar onde não poderiam passar carros e foge. Tantos atletas de rua passam por isso. Vale pela conscientização no trânsito. Tá, vamos relembrar um trechinho do show, que foi inteiro perfeito.
Só não olha muito, porque já tem dona.
Antes do Red Hot, porém, Mike Patton, me deixou arrepiada com seu Mondo Cane feat. Orquestra de Heliópolis, que tocou no Palco Sunset. Sou fã desse cara desde sempre. E tem mais Mike Patton no SWU, só que com o Faith No More. Já assisti e garanto: é um show imperdível.
Já no domingo, o Rock in Rio reacendeu a chama metal que existe dentro de mim. Tirando o Gloria que eu achava que era emo e, por sorte, o Multishow resolveu cortar, foi a noite perfeita. Sepultura feat. Tambours du Bronx, injustamente colocado no Palco Sunset, foi absurdo e ainda teve a presença do deus do Mike Patton.
Então, veio o Motörhead. Só digo uma coisa: homem que não curte Motörhead não merece respeito. E meninas que curtem ganham pontos. Fica a dica. A banda ainda chamou Andreas Kisser para uma jam. Convite merecido e honrado.
Na sequência, direto do inferno, o Slipknot subiu ao palco. Eu quero um show ao vivo da banda agora, estrategicamente posicionada na primeira fila.
E a noite encerra com Metallica. Estou aqui, em frente à TV, finalizando este post e curtindo o show como se não houvesse amanhã. Não saiu nenhum vídeo na internet ainda, então, vai uma foto do início da apresentação dos caras.

Porque hoje é dia de rock, bebê, e a gente quer bater cabeça





















